A cardiopaa isquêmica (infarto agudo do miocárdio- IAM) permanece como a principal causa de morte no mundo ocidental. Embora a taxa de mortalidade tenha reduzido na úlma década (cerca de 30%), sua evolução ainda é fatal em um terço dos pacientes, com 50% das mortes na primeira hora do evento. Os sintomas mais comuns do infarto agudo do miocárdio são: dor torácica em aperto, podendo irradiar - se para braço esquerdo, pescoço ou região epigástrica, sensação de falta de ar (dispneia), sudorese, náuseas, vômitos, desmaios ( síncopes ), fadiga, morte súbita ou ainda equivalentes isquêmicos: cansaço sico desproporcional ao esforço realizado, dispneia, hipotensão e outros.
Como resposta a essa endade patológica, gera - se uma grande preocupação de como se prevenir o infarto agudo do miocárdio, quais as medidas comportamentais, como reduzir os fatores de risco e quais e como são os exames necessários para detecção desta doença. .
Segundo os estudos atuais, vários são os fatores de risco para infarto agudo do miocárdio, dentre os mais importantes destacamos: tabagismo, diabetes po I e II, obesidade, dislipidemia, história prévia de familiares com IAM, hipertensão arterial, estresse, sedentarismo, idade, insu?ciência renal crônica, hiperuricemia, HIV e outros.
As medidas comportamentais que ajudam a reduzir o risco do IAM são: cessação do tabagismo, perda de peso, controle adequado dos níveis glicêmicos, controle dos níveis pressóricos, redução do colesterol, alimentação saudável e avidade sica precedida de exames cardiológicos que demonstrem apdão para mesma.
Na cardiologia dispomos de vários exames para detecção do IAM e controle dos fatores de risco, dentre eles temos: Exames laboratoriais (hemograma, per?l lipídico, glicemia de jejum, ácido úrico, creanina, hormônios roidianos, troponina, CK-MBmassa e outros).